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Maio chegou...
Embrulhado no buquê de flores,
ofertado a mais bela das mulheres.
Nossa mãe ...
Desconhece estética
habita serena
nossos corações
Maio desmaio de plenitude feminina
Mês das noivas
Mês das mulheres que sonham
Príncipes encantados
Filhos embalados ...
Aconchego dos braços das
Mulheres noivas das mulheres
Mães
Fico aqui sentada observando
Uma beleza inabalável
Fazendo Gato & Sapato
18 maio 2008
18 abril 2008
Comemorar...Abril novamente!!!!
Começo a percorrer....
Uma nova estrada...a dor se configurou em esperança...as belas palavras atingiram outros corações...Um coração novo...renascido...Uma fênix que me abarca dando novos contornos,nuances a bela-velha percorrida estrada....aquele poema choroso traz a nostalgia de um velho vinho adormecido na garganta...o poeta o sorve...sempre na insistência de que este será o último gole...Brindamos!
Não quero a morte palavra desgastada...quero a vida que ao me desgastar-me a impressão da felicidade momentânea habita....já sobrevoam os balões de torres sobrevoa imenso mar meu coração...sou uma poeta em vôo...sou um dos fragmentos dos desejos das garrafas de naufrago...sou tão pequena na belezura surrada do mundo...uma micropoetinha desvairada...que como libélula reinventa a sua e nossas vidas...susurro no seu ouvido...
O último balão subiu aos céus!!!!
Começo a percorrer....
Uma nova estrada...a dor se configurou em esperança...as belas palavras atingiram outros corações...Um coração novo...renascido...Uma fênix que me abarca dando novos contornos,nuances a bela-velha percorrida estrada....aquele poema choroso traz a nostalgia de um velho vinho adormecido na garganta...o poeta o sorve...sempre na insistência de que este será o último gole...Brindamos!
Não quero a morte palavra desgastada...quero a vida que ao me desgastar-me a impressão da felicidade momentânea habita....já sobrevoam os balões de torres sobrevoa imenso mar meu coração...sou uma poeta em vôo...sou um dos fragmentos dos desejos das garrafas de naufrago...sou tão pequena na belezura surrada do mundo...uma micropoetinha desvairada...que como libélula reinventa a sua e nossas vidas...susurro no seu ouvido...
O último balão subiu aos céus!!!!
16 abril 2008
conviver
A Difícil Arte De Conviver
From: luciana_raspa, 10 months ago
Apresentação realizada para resolver um problema de convivência em grupo e socializar a importância de trabalhos em grupo... Autores: Ana e Luciana
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13 abril 2008
sou!
sou alguém que na Solidão do ser lança sua flecha de ternura
sou alguém que o complexO de narciso faz seguir impulsionando no seu melhor
mas que olha para o lado e se vê pequena...uma pequenez de ser
mas lança-se mergulha, açoitando os seus Fantasmas de preconceitos,portas fechadas, com palavras flechas certeiras ou não.
sou alguém que o complexO de narciso faz seguir impulsionando no seu melhor
mas que olha para o lado e se vê pequena...uma pequenez de ser
mas lança-se mergulha, açoitando os seus Fantasmas de preconceitos,portas fechadas, com palavras flechas certeiras ou não.
Uma conquista diária
Ela desejava seu mundo, ela era seu mundo em metros quadrados ,em pisos frios e paredes amarelas.
Ela era o espectro fantasmagórico do que ficou de raso na tábua dos tempos.
Tinha nas suas manhãs vespertinas o alento de um emprego odioso que lhe mantinha o estômago.
Tinha nas outras estórias que escorriam em lugares inesperados a esperança dos que se consolam com o sofrimento de outros.
Tinha na separação de anos atrás e através dos tempos o consolo moribundo de uma vida vazia, sem luz....
Um dia lhe disseram que bastava para ser mulher trazer olhos novos ao mundo
Mas um dia esses olhares que a motivaram crescem e criaram asas que não mais contém o espaço de um peito vazio.
Só restou ela...só restou sua dor...só restou a esperança vazia dos que se constroem não para si mesmos mas para os outros.
Ela era o espectro fantasmagórico do que ficou de raso na tábua dos tempos.
Tinha nas suas manhãs vespertinas o alento de um emprego odioso que lhe mantinha o estômago.
Tinha nas outras estórias que escorriam em lugares inesperados a esperança dos que se consolam com o sofrimento de outros.
Tinha na separação de anos atrás e através dos tempos o consolo moribundo de uma vida vazia, sem luz....
Um dia lhe disseram que bastava para ser mulher trazer olhos novos ao mundo
Mas um dia esses olhares que a motivaram crescem e criaram asas que não mais contém o espaço de um peito vazio.
Só restou ela...só restou sua dor...só restou a esperança vazia dos que se constroem não para si mesmos mas para os outros.
07 abril 2008
saudades2
+027.jpg)
Era a saudade os olhos na água
Saudade turbulhentamente abraçava a tarde
como um dia que se foi...
só fica o que passa
dizem...tudo tem seu tempo
Saudade
tempo congelado do que passou
Desdobrado imaginado
Os navegantes sabem disso
Voltam aos porto calados da vida
Os aprendizens do viver
sabem também
Perdas e ganhos
Calados apagados na rota do existir
O poeta faz seu giro
sobreviver na saudade
como forma de viver
escrever da saudade
dos poemas aqueles mesmos
que não chegaram a ser....
Sorriso do tempo
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